Novo auxílio de R$ 500 é sancionado, veja quem tem direito


Crianças e adolescentes que perderam os pais nesta pandemia da Covid-19 receberão um auxílio com mensalidade de R$ 500 que será pago pelo governo estadual do Rio Grande do Norte. O projeto estadual foi sancionado na última semana e a ideia central é auxiliar cada um desses órfãos.

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Esse projeto fará parte de um programa maior chamado RN Acolhe. Obviamente, apenas os cidadãos do Rio Grande do Norte é que poderão pegar esse benefício de R$ 500. Sendo assim, pessoas de outros estados infelizmente não serão beneficiadas.

A publicação do projeto se deu na última quinta-feira (5), por este motivo, o projeto é oficial e já é uma realidade para os moradores do estado do Rio Grande do Norte. Todavia, o governo dará mais detalhes posteriormente.

Inicialmente, o governo do estado está fazendo um trabalho investigativo para saber quem são esses beneficiários; uma espécie de busca ativa para encontrar esses órfãos e cadastrá-los no novo auxílio do estado. Até quinta-feira, 66 crianças e adolescentes tinham sido inscritos.

O calendário de pagamento ainda não foi divulgado, mas a expectativa é que o novo auxílio comece a ser pago em fevereiro. No entanto, só estariam aptos ao recebimento as crianças e adolescentes que já foram cadastrados, por isso é importante o trabalho de procura desses jovens, para que nenhum perca seu direito.

Requisitos para receber o novo auxílio

O novo benefício será pagos as crianças que perderam seus pais em decorrência da Covid-19, em uma das seguintes situações:

  • Quando a criança ou adolescente perdeu os dois pais para a Covid-19 (bilateral);
  • Quando ela perde apenas um pai ou uma mãe, desde que ela tenha sido criada apenas por um deles (monoparental);
  • Residente no estado do Rio Grande do Norte por pelo menos 1 ano que antecede a morte dos pais;

O governo estadual explicou que não importa com quem está a guarda atual desse jovem, preenchendo os requisitos acima citados, a criança ou adolescente estará apto a receber o benefício.

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Imagem: Alison Nunes Calazans / Shutterstock.com





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